
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Ao Rafael que veio cobrir de flores o meu caminho.

Vou pra casa da vovó.
Chega de tanta injustiça de castigo e confusão!
Vou pra casa da vovó, não tem outra solução!
Estou mesmo decidido e prá sempre eu me mudo.
Aqui eu não posso nada e por lá eu posso tudo!
comer chocolate, posso até me empanturrar.
comer sobremesa até antes do jantar.
Mesmo que eu faça bagunça, vovó não briga comigo.
Se eu beliscar o irmãozinho, vovó não me põe de castigo!
Vou fazer a minha mala, meu carrinho eu vou levar.
Vou levar o meu cachorro e o meu jogo de armar.
Vou levar meu travesseiro, levo também meu pião,
pego os meus livros de história e o meu time de botão.
Levo as coisas que eu gosto, pra ter tudo sempre a mão:
levo também o papai, a mamãe e o meu irmão!
FELICIDADE.

A felicidade é uma arte.
Ela não depende das pessoas e das coisas em volta de nós.
Ela é uma capacidade.
Somos ou não somos capazes de ser felizes.
Então ser feliz é o produto de um bom gerenciamento interior.
Não sonhe com a felicidade.
Faça dela um exercício que consiste na arte de ser feliz.
Pratique
ser
feliz.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Caminhos....

Os falsos caminhos são resultados pavorosos
do descuido em usar nossa capacidade de imaginação.
Imaginar é sem dúvida uma das qualidades mais distintas
dos seres humanos.
Pensar ou falar
é usar símbolos para substituir nossas experiências,
pois cada símbolo representa uma experiência e assim
pensamos ou mantemos a comunicação entre nós.
Todas as qualidades que existem em nós
tem uma função importante, caso contrário a
natureza já as teria eliminado.
quando usada em sua
nobre razão de existir,
ela é fundamentalmente útil,
mas quando desvirtuada é sempre
causa de nossas mais caras dores.
Sofrer é sempre resultado do mau uso de nossas propriedades naturais.
Assim, imaginar com base na realidade é sempre útil.
Mas só quando estamos ligados à realidade.
Você
está
ligado
á
realidade
agora?
É uma pergunta difícil de responder...
Chaveiros Dona Chicosa
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Meu lar, meu ninho.
A identidade de uma casa está em seus sutis detalhes e, é neles que encontramos o retrato de quem ali mora.
Uma casa só será pessoal e viva se a família deixar sobre ela a própria marca: Objetos que nos fazem relembrar pessoas queridas, plantas, artesanatos...mimos que traduzem o amor das pessoas pelo ambiente em que vivem.
Quando se constrói um lar, assim como nossos mais importantes relacionamentos, começa-se pelo básico e vai se acrescentando as poucos o restante com gestos de carinho, cuidado e atenção.
Assim, nossa casa se torna um lugar para se chegar, aconchegar, se encontrar.
Pingentes Diversos
domingo, 24 de fevereiro de 2008
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